Mostrar mensagens com a etiqueta Reflexão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Reflexão. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 16 de julho de 2013

Chamam a isto de Canções Infantis?


Já há muito que penso nisto. O que acham das canções infantis? Pois bem, eu acho-as simplesmente estúpidas!
Os senhores ou senhoras que há tempos tiveram a excelente ideia de escrever canções infantis deviam ser todos eles imensamente violentos! Reparem que eram tão infelizes que nem na pobre letra das canções escondiam as suas mentes obscuras...

Por exemplo, o "Atirei o Pau ao Gato". Alguém é capaz de me dar uma boa moral da história? É que eu só consigo tirar a conclusão de que se trata de uma tentativa de assassínio falhada!


A mesma coisa acontece com a canção d' "A Machadinha" que, tantas e tantas vezes as nossas avós nos cantaram quando éramos mais pequenos.


E esta? Pelos vistos é bonito brincar com machadas, machados e com qualquer outro tipo de objeto cortante, atirá-los pelo ar e, até mesmo, pô-los no meio da rua para, mais tarde, alguém vir a ferir-se.
Ah! E mais! Não é bonito partilhar coisas quando, afinal de contas, elas são propriedade nossa. "Quem te pôs a mão sabendo que és minha?"! Ser invejoso e masoquista é a moral que recolho da canção.

Porra! O grande objetivo, aqui, não era fazer música didática?

domingo, 23 de setembro de 2012

Uma mensagem de aconchego para um dia de Outono

Hoje quero compartilhar convosco um vídeo que encontrei no youtube com uma história muito gira. E porquê hoje? Porque hoje não estou a gostar de olhar para a janela. Está um dia muito ventoso e chuvoso! Portanto, vejam e revejam... pelo menos dá para "aquecer" o coração e os sentidos com a mensagem que o vídeo passa.

Só é pena que as imagens não se encontrem nas melhores condições, sobretudo o som da música que está péssimo e não deixa que se ouça perfeitamente pelos dois ouvidos!




... ... ...

Actualização...

Voltei para vos informar que consegui melhorar o vídeo. Saquei o vídeo e a música, reconstruí-o e carreguei-o no youtube. Espero que gostem! Pelo menos o vosso ouvido direito vai, com certeza, agradecer! 



sábado, 7 de julho de 2012

Momento de dupla inspiração


Nada melhor do que falar sobre Inspiração num dia em que não se tem inspiração! É uma boa desculpa.

Porque é que, num dia qualquer, resolvemos atribuir ao estado da alma influenciada por uma potência sobrenatural um nome similar àquele que, em termos biológicos, corresponde a uma das duas fases da respiração pulmonar que, conjuntamente com a acção contrária à sua (expiração), nos transforma em totais dependentes desse fenómeno?

Já que, então, me encontro sem inspiração, certamente estará correto dizer "Hoje estou expirada!"?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Momento estranho...


Aqui há uns dias (dia 11), estava eu a dirigir-me para a paragem de autocarros quando já de longe conseguia mirar uma senhora idosa, com os seus oitenta e tais, dentro do coberto da paragem rodeada de sacos e sacões espalhados pelo banco e pelo chão. Ora, assim que me aproximei do lugar, reparei que não tinha espaço para me sentar e foi, então, que decidi ficar encostada pelo lado de trás da paragem. 
Mal levanto a cabeça, vejo a senhora de caras comigo a proferir algo que não conseguia ouvir devido ao barulho da música que vinha a ouvir através dos fones. Retiro-os, de imediato, dos meus ouvidos pois poderia ela estar a pedir-me alguma informação ou a perguntar qualquer coisa, e ouço nada mais nada menos que uma frase quase que cantada de forma espaçada, forte e clara e que tantas vezes era repetida: "Eis o Cordeiro de Deus imaculado sem pecado! Eis o Cordeiro de Deus imaculado sem pecado! Eis o Cordeiro de Deus imaculado sem pecado!...". Ao mesmo tempo que a senhora proferia isto levantava os braços e direccionava-os para mim como se eu fosse o "alvo a abater". 
Assim que achei oportuno, abandonei num ápice aquele lugar! Eu cheguei a pensar que a senhora pudesse achar que eu lhe quisesse fazer algum mal, daí aquelas palavras relacionadas com Deus. Quando, depois de ter avançado poucos metros à frente, e olho para trás para ver pela última vez a senhora que tanto me tinha marcado, ela já lá não estava. Por incrível que pareça, ela e os seus inúmeros sacos tinham desaparecido!

Confesso que depois daquilo fiquei realmente muito assustada. Senti-me esquisita, mas o mais certo é ela não ter feito aquilo por mal. Muito provavelmente a senhora tinha era uma extrema devoção por Deus ou poderia muito bem ter qualquer problema psíquico ou um transtorno no seu desenvolvimento: qualquer coisa como uma demência!
A grande questão que aqui fica sem resposta é «Como é que a senhora conseguiu desparecer tão rápido?» e «Porque é que ela se dirigiu a mim como se eu fosse alguém tão distinta de tudo à sua volta?»
Gostaria de a poder reencontrar para conseguir mais informação acerca dela. Foi tudo tão rápido e misterioso que nem deu para perceber nada de nada.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Do início


Aparecemos e marcamos existência.
Tornamos o lar mais aconchegante e o mundo mais completo.
Estabelecemos laços de sangue e criamos laços de amor e amizade.
Moldamo-nos ao sabor do mundo, crescemos ao som de tudo na vida. 
Pensamos momentos, criamos acontecimentos, imaginamos o impossível, concretizamos o desejado.
Agimos em tudo, caminhamos em muito e não paramos em nada.
Imprimimos atitudes, semeamos feitos, colhemos virtudes, congratulamos o realizado.
Desenvolvemos futuros, trabalhamos presentes e sussurramos passados.
Conduzimos a vida a altos patamares, concluímos obras da nossa autoria.
Somos grandes pequenos elementos que enchem este infinito vazio.
Somos o imenso e o pouco.
O tudo e o nada.

Somos vida.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Saborear a imaginação

Apetece-me...


Estou a saborear um bom chocolate de leite a derreter sobre cubos de banana d'água, acompanhada de bolacha e aroma a baunilha. Leite quente com o cheiro a canela-da-Índia mais o doce de chila. Compota de framboesa barrada em pequenos scones aquecidos pelo vapor do chá de menta e cinco marshmallows a boiar pela xícara. «Physalis com Sapoti e Ciriguela» e uma tosta com queijo fresco. Um espesso mel clarinho a adocicar uma fatia de bolo de côco e uma bomboca de morango a acompanhar. Lichi e avelãs, nozes e ameixas secas, um sumo de maçã e um maracujá à colher. E por último, amêndoas brancas mais um pedaço de abacaxi com mousse de pêssego e água fresca.

...tudo e mais alguma coisa.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...