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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Que sagrado!


DESCOBRI!!
Descobri, finalmente, o perfume que me deixa anestesiada sempre que um homem que o usa passa por mim! Uhh... Sim, foi mesmo isso! Andei, sim, a entrar em casas de perfumes e a encher os meus bolsos de testers com fragrâncias de homem. -.-



sábado, 7 de julho de 2012

Momento de dupla inspiração


Nada melhor do que falar sobre Inspiração num dia em que não se tem inspiração! É uma boa desculpa.

Porque é que, num dia qualquer, resolvemos atribuir ao estado da alma influenciada por uma potência sobrenatural um nome similar àquele que, em termos biológicos, corresponde a uma das duas fases da respiração pulmonar que, conjuntamente com a acção contrária à sua (expiração), nos transforma em totais dependentes desse fenómeno?

Já que, então, me encontro sem inspiração, certamente estará correto dizer "Hoje estou expirada!"?

segunda-feira, 5 de março de 2012

Rubik's Cube

Recentemente, o meu brinquedo preferido! Estou tão viciada nisto pois ando numa tentativa de melhorar o meu tempo a fazer o cubo!

Tempo: 05:08:46 

Pois, eu sei! É muito tempo! Mas não está mau para uma iniciante! Até porque só ontem é que eu aprendi a saber fazê-lo! É um nadinha complicado para perceber como se faz mas, para quem tem uma boa "elasticidade mental" é fácil!


domingo, 18 de dezembro de 2011

A minha maior descoberta em 2011! (Só agora --')


Descobri há dias, (Jasuuus, ando mesmo a dormir em pé. -.- Como é possível ter descoberto só agora?) que o mais memorável matemático e físico teórico, muito nosso conhecido, Albert Einstein, nasceu no mesmo dia e mês que eu: 14 de Março!

Não é perfeito?! Ao menos assim, naqueles momentos em que eu me sentir muito burrinha e inútil, penso que no mesmo dia em que se celebra o meu nascimento também se celebra o deste grande Génio!

Vá, mas agora a sério! Tenho a maior admiração e respeito por este Homem Genial, ainda que pelas fotografias ele pareça mas é um ganda maluco! É o que dá gostar muito de matemática e física tal como eu... dá-nos cabo da aparência!

Um high five para ti, Einstein!
És grande. 
(Tal como eu! Muahah!)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Do início


Aparecemos e marcamos existência.
Tornamos o lar mais aconchegante e o mundo mais completo.
Estabelecemos laços de sangue e criamos laços de amor e amizade.
Moldamo-nos ao sabor do mundo, crescemos ao som de tudo na vida. 
Pensamos momentos, criamos acontecimentos, imaginamos o impossível, concretizamos o desejado.
Agimos em tudo, caminhamos em muito e não paramos em nada.
Imprimimos atitudes, semeamos feitos, colhemos virtudes, congratulamos o realizado.
Desenvolvemos futuros, trabalhamos presentes e sussurramos passados.
Conduzimos a vida a altos patamares, concluímos obras da nossa autoria.
Somos grandes pequenos elementos que enchem este infinito vazio.
Somos o imenso e o pouco.
O tudo e o nada.

Somos vida.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Saborear a imaginação

Apetece-me...


Estou a saborear um bom chocolate de leite a derreter sobre cubos de banana d'água, acompanhada de bolacha e aroma a baunilha. Leite quente com o cheiro a canela-da-Índia mais o doce de chila. Compota de framboesa barrada em pequenos scones aquecidos pelo vapor do chá de menta e cinco marshmallows a boiar pela xícara. «Physalis com Sapoti e Ciriguela» e uma tosta com queijo fresco. Um espesso mel clarinho a adocicar uma fatia de bolo de côco e uma bomboca de morango a acompanhar. Lichi e avelãs, nozes e ameixas secas, um sumo de maçã e um maracujá à colher. E por último, amêndoas brancas mais um pedaço de abacaxi com mousse de pêssego e água fresca.

...tudo e mais alguma coisa.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ninguém percebe


Lá em cima está um negro e intocável infinito, polvilhado de pequenos e cintilantes corpos mais uma vasta brancura de um aspecto pacífico e reconfortante, onde de vez em quando esvoaçam divertidas borboletas e sobressaem hinos de alegria de snobs aves canoras. Mantém-se, cá em baixo, bravo e repleto de fúria um imenso e azul líquido que choca continuamente em duros e angulosos obstáculos, originando salpicos de cristais bem capazes de saciar a sede, sem nunca esquecer as amplas e verdes superfícies, que delas se originam as mais belas essências.
E tudo é tão inexplicável, e tudo é tão perfeito e encantador, mas sem algum sinal de origem... 

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