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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Portugal no Brasil

Quero partilhar convosco algo que escrevi a pedido de uma amiga brasileira que esteve cá em Portugal a fazer a licenciatura em Matemática comigo. Pediu-me que o fizesse pois queria levar consigo uma recordação de Portugal feita por um Português para, mais tarde, poder publicar lá pelo Brasil. E coube-me a mim fazê-lo e com todo o gosto!
Obrigada, Geisa Gabrielli, por teres confiado em mim. Tenho saudades.

Portugal é a saudade do que vai ser e a esperança do que se foi. É o mistério do que se conhece e a transparência do que não se vê. É a amargura de um dia que nos ensina a sermos possantes e o prazer de uma noite que nos contempla com fervor. É a razão por que somos tão ardentes em simplicidade e a desculpa porque somos tão frios e corpulentos a transcender aquilo que nos gela e pensa que nos abate.
Portugal é o mar salgado que nos enche a alma e o olhar fraterno, é a areia fina que nos escapa pelos dedos e nos farta de pena por se perder. Portugal é a história crua de vidas solenes e a doce lenda de uma realidade retratada. É a incessante reminiscência do que foi esquecido e a inocência pura de uma sabedoria culminante.
Portugal é a saúde de um suave embalo de uma imaculada borboleta e a carícia de um afinado hino de alegria de uma singela ave canora. Portugal é o unúntrio e o diamante de mãos dadas, é a rigidez de uma núvem e a maciez de uma rocha. É a fragrância de um verde prado rico de essências e a leveza de um vento que nos penetra e anestesia de felicidade.
Portugal é a melodia perene de uma música que se toca todo o dia, é a paixão com que se aperta com as mãos a terra que é nossa e o sorriso que se abre por entre lágrimas de valentia. É o frio celeste de uma manhã clara, é o calor de uma tarde longa e a chuva lenta de uma noite desejada.
Portugal é como alguém que não é ninguém, mas que é tudo e transborda de bem.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Que sagrado!


DESCOBRI!!
Descobri, finalmente, o perfume que me deixa anestesiada sempre que um homem que o usa passa por mim! Uhh... Sim, foi mesmo isso! Andei, sim, a entrar em casas de perfumes e a encher os meus bolsos de testers com fragrâncias de homem. -.-



domingo, 23 de setembro de 2012

Uma mensagem de aconchego para um dia de Outono

Hoje quero compartilhar convosco um vídeo que encontrei no youtube com uma história muito gira. E porquê hoje? Porque hoje não estou a gostar de olhar para a janela. Está um dia muito ventoso e chuvoso! Portanto, vejam e revejam... pelo menos dá para "aquecer" o coração e os sentidos com a mensagem que o vídeo passa.

Só é pena que as imagens não se encontrem nas melhores condições, sobretudo o som da música que está péssimo e não deixa que se ouça perfeitamente pelos dois ouvidos!




... ... ...

Actualização...

Voltei para vos informar que consegui melhorar o vídeo. Saquei o vídeo e a música, reconstruí-o e carreguei-o no youtube. Espero que gostem! Pelo menos o vosso ouvido direito vai, com certeza, agradecer! 



quinta-feira, 28 de junho de 2012

Dia não, dia...não!

Porquê?? É preciso ter azar!
Depois de tanto sofrimento durante uma hora e meia mais 30 minutos de prolongamento a aguentar e a dar tudo por tudo no jogo, tínhamos logo que perder nos penalties.
Durante todo o jogo andei a levantar-me do sofá e a sentar-me, a levantar-me e a sentar-me, a escorregar pelo sofá, a roer as unhas e a engolir a seco, inclusive a entalar-me por engolir tanto ar. Andei a balançar-me no sofá, a bater com os dedos no candeeiro ao lado, e esta tristeza toda para depois no fim ainda acontecer o que mais temíamos.
Fiquei mesmo irritada e com muito mau perder!

Ainda por cima hoje estou com uma dor de barriga que não posso... ESTOU ESGOTADA e a ficar velha também!




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Vitória sofrida mas merecida!


Só sei que sou uma pessoa feliz (:DDD) e, para além de feliz, tenho os dedos todos roídos de tanto sofrer com este jogo!


Cristiano Ronaldo, que desilusão pá... 


terça-feira, 8 de maio de 2012

Ei, alto lá!!

Mas onde será que se situa esta casa?? Hã?


Ai, o que eu te fazia, minha filha! Lambia-te de uma ponta à outra!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Momento estranho...


Aqui há uns dias (dia 11), estava eu a dirigir-me para a paragem de autocarros quando já de longe conseguia mirar uma senhora idosa, com os seus oitenta e tais, dentro do coberto da paragem rodeada de sacos e sacões espalhados pelo banco e pelo chão. Ora, assim que me aproximei do lugar, reparei que não tinha espaço para me sentar e foi, então, que decidi ficar encostada pelo lado de trás da paragem. 
Mal levanto a cabeça, vejo a senhora de caras comigo a proferir algo que não conseguia ouvir devido ao barulho da música que vinha a ouvir através dos fones. Retiro-os, de imediato, dos meus ouvidos pois poderia ela estar a pedir-me alguma informação ou a perguntar qualquer coisa, e ouço nada mais nada menos que uma frase quase que cantada de forma espaçada, forte e clara e que tantas vezes era repetida: "Eis o Cordeiro de Deus imaculado sem pecado! Eis o Cordeiro de Deus imaculado sem pecado! Eis o Cordeiro de Deus imaculado sem pecado!...". Ao mesmo tempo que a senhora proferia isto levantava os braços e direccionava-os para mim como se eu fosse o "alvo a abater". 
Assim que achei oportuno, abandonei num ápice aquele lugar! Eu cheguei a pensar que a senhora pudesse achar que eu lhe quisesse fazer algum mal, daí aquelas palavras relacionadas com Deus. Quando, depois de ter avançado poucos metros à frente, e olho para trás para ver pela última vez a senhora que tanto me tinha marcado, ela já lá não estava. Por incrível que pareça, ela e os seus inúmeros sacos tinham desaparecido!

Confesso que depois daquilo fiquei realmente muito assustada. Senti-me esquisita, mas o mais certo é ela não ter feito aquilo por mal. Muito provavelmente a senhora tinha era uma extrema devoção por Deus ou poderia muito bem ter qualquer problema psíquico ou um transtorno no seu desenvolvimento: qualquer coisa como uma demência!
A grande questão que aqui fica sem resposta é «Como é que a senhora conseguiu desparecer tão rápido?» e «Porque é que ela se dirigiu a mim como se eu fosse alguém tão distinta de tudo à sua volta?»
Gostaria de a poder reencontrar para conseguir mais informação acerca dela. Foi tudo tão rápido e misterioso que nem deu para perceber nada de nada.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Oops!


Queria vir partilhar convosco uma gafe que eu ontem ouvi por uma pessoa que deveria ter mais "tento" na língua e, que sem querer, não conseguiu. Eu, como já referi em certos posts (creio eu), rio-me muito facilmente e mais uma vez não fui capaz de conter o riso, pelo que pouco depois resultou em altas gargalhadas pela dita pessoa. Ao fim e ao cabo, aquilo que predominou no meio daquele enleio todo foi um tanto de nervosismo e constrangimento.
Estou a falar de um professor de matemática com o qual estive a falar acerca de determinados assuntos muito formais e construtivos para o dia-a-dia de um ser humano mas que, por um inofensivo deslize, em vez de ele pronunciar o termo "herético" escapou-se-lhe um outro termo muito parecido aliás, mas que em nada se assemelha em termos de significado - estou a falar, portanto, da palavra "eréctil".
(ahahah!)

Imaginem, agora, aquele momento... *pausa solidária*... suponho que o professor, mais que ninguém, daria tudo e mais alguma coisa só para ter um buraco onde se esconder.
Deve ser por estas e por outras que se diz que a Língua Portuguesa é muito traiçoeira, pois na realidade ela coloca-nos em situações muito pouco bem-vindas!

*High Fives*

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